ANDO PALOP

Sobre a Bolsa ANDO PALOP

A Bolsa ANDO PALOP é uma iniciativa pioneira da ANDO Portugal que terá a sua primeira edição em 2026. O programa consiste na atribuição de estágios de formação em centros portugueses especializados em displasias ósseas, dirigidos a profissionais de saúde em início de carreira — das áreas de medicina, fisioterapia e enfermagem — provenientes dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).

Inspirada na Bolsa ANDO, iniciativa dirigida a alunos que estudam em Portugal, a Bolsa ANDO PALOP pretende estimular o interesse e o conhecimento nesta área altamente especializada entre profissionais de saúde dos PALOP. O programa permitirá aos participantes reforçar competências através do contacto com equipas de referência existentes em Portugal.

O estágio terá a duração mínima de duas semanas e máxima de três meses. As despesas de viajem e de alojamento são asseguradas pela ANDO.

 

Objetivos
  • Promover o interesse e reforçar o conhecimento sobre displasias ósseas entre profissionais de saúde dos PALOP.
  • Desenvolver competências clínicas e científicas através do contacto e aprendizagem com equipas de referência em Portugal, contribuindo para a formação de profissionais mais preparados para os desafios associados às displasias ósseas.
  • Incentivar a partilha de experiências entre países e fomentar a criação de redes de cooperação transnacional entre profissionais de saúde.
A quem se destina

A Bolsa ANDO PALOP será atribuída a dois profissionais de saúde juniores de Angola, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Moçambique ou São Tomé e Príncipe, em áreas como medicina, fisioterapia ou enfermagem.

Estes profissionais serão selecionados, por mérito e compromisso, após submissão de candidaturas a avaliar pela equipa hospitalar anfitriã e pelo conselho científico da ANDO.

Modelo do Estágio
  • 1. Estágio de observação multidisciplinar em ambiente hospitalar com mínimo de duas semanas e até 3 meses de duração, envolvendo tutoria dos especialistas de diferentes serviços da equipa multidisciplinar de displasias ósseas.
  • 2. Para cada profissional selecionado será elaborado um plano individual adaptado à sua área de especialidade, experiência prévia e objetivos de aprendizagem. Este plano definirá os serviços a acompanhar, as competências a desenvolver e os profissionais responsáveis pela tutoria, podendo incluir participação em reuniões clínicas, sessões formativas e discussão de casos.
  • 3. Além da frequência do estágio, os profissionais selecionados comprometem-se a desenvolver projetos no seu país de origem: protocolos de diagnóstico; programas de screening para displasias ósseas; apresentar trabalhos científicos ou casos clínicos dos PALOP em eventos.
Local do Estágio

A primeira edição do estágio vai decorrer na Unidade Local de Saúde de Santa Maria (ULSSM), em Lisboa. Centro clínico que agrega dois hospitais de referência, Santa Maria e Pulido Valente, e mais de vinte unidades de cuidados de saúde, num universo total de mais de sete mil profissionais dando resposta a cerca de 345 mil pessoas.

A ULSSM oferece um ambiente formativo único, permitindo acompanhar equipas multidisciplinares, participar em consultas especializadas e aprender diretamente com profissionais especializados.

Tutoria

A tutoria dos profissionais selecionados será assegurada por médicos, fisioterapeutas e outros profissionais especializados em displasias ósseas que irão orientar os participantes ao longo do estágio, promovendo o desenvolvimento de competências clínicas, científicas e humanas.

Candidaturas

As candidaturas abrem brevemente.

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